domingo, 12 de julho de 2015

VICIOSA COMO VCS SABEM BEM

A princípio eu fazia oral sem guanto (só o oral, penetração deusamelivre!) nos ocós que eu queria fazer, todos. Transar era um tesão pra quem era Amara há tão pouco tempo, ainda toda insegura com o corpo, doida por um elogio: sendo desejada, eu desejaria, assim simples. E nisso vivi o gozo de prová-los por inteiro, cada centímetro com meus cinco sentidos (até audição usei -- os barulhos que ali se ouvem, impagáveis!). Doença não peguei nenhuma, obra da PrEP, da vacina pra hepatite A+B e da minha sorte gorda, mas chegou a hora de eu parar com isso antes que seja tarde, seja pra educar aqueles lixos, seja pq nenhum deles merece o risco que eu corria. Começa a Era do Guanto, e era uma vez prazer.

A próstata não estava ajudando tb, pois desde que comecei o androcur (bloqueador de testosterona) o anal passou a ser incômodo, doído até, o contrário doq já foi em priscas eras. Aí, isso mais o oral com guanto, combo completo pra fazer do sexo algo no nível do terrível, no melhor dos casos insosso, mero trabalho. Parei então o bloqueador há dois meses pra ver noq dava, os efeitos se fazendo notar rapidinho. Libido de volta, ereção, pulsão no edi pedindo completude, vontade de pôr o corpo todo a produzir prazer, o corpo um órgão sexual gigante. Foi nesse contexto que saí pra batalha, disposta a fazer rios de dinheiro e ainda me esbaldar naquela volúpia de corpos.

E foi só pisar na rua pro motoqueiro da última aparecer, dessa vez oferecendo quinze ao invés dos dez, mas agora querendo o completo na motoquinha dele. Fui tarde pra rua, umas dez da noite, disposta a pagar meus gastos o qto antes, disposta a virar madrugada se necessário, aceitei. Ele quis tirar água do joelho antes, regar uma moita no matel, fui por trás, me encaixei nele viciosa, peguei o menino nas mãos e falei "então faz". Naniquinho safado, logo endureceu sentindo o meu toque, o dono fazendo um esforço enorme pra mijar, já meio em dúvida de qual era a urgência maior, neca em riste, o líquido saindo aos jatos, sofrido ainda que gozoso, pra tudo qto é direção.

Assim que acabou, pus logo o capote, ajoelhei no salto e comecei a parte favorita. Durou nada como a outra vez, mas agora ele veio diferente, "calma, deixa eu colocar por trás, senão gozo logo". Deixo. Enquanto eu passava o gel, foi meio que amolecendo, quase que nadando dentro da camisinha, a gente tentando encaixar mesmo assim, o coisinha fingindo que entrava, aí escapulia, aí dobrava, todo contorcionista, difícil. Ele tirou, fui pegar mais gel pra passar na neca ver se endurecia, se facilitava, sentindo uma consistência diferente agora, meio viscosa...  "gozou?" "Gozei".

Segui massageando achando divertida a cena, os tremeliques dele, mas aos poucos fui franzindo o cenho, aí apalpei com mais atenção, que esquisito, gelei de repente...  "cadê a camisinha?" Aquela textura estranha não era só por ser melequenta, mas por ser pele! Girei nos calcanhares, alarmada, pronta pra tirar satisfação e dar com a cara dele no asfalto, qdo algo balança atrás de mim e uma gosma escorre pela minha perna: nadando na camisinha, edi apertado, neca saiu, guanto ficou pendurado feito rabicó, com tudo oq tinha dentro, escorrendo pela minha perna qdo balancei. Cara de alívio minha, volte sempre, bora pra outra. 

2 comentários:

  1. Já aconteceu algo parecido comigo também, da camisinha ficar por alí nas minhas partes! hahahaha. O alívio é indescritível.

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    1. As situações que a vida nos reserva... rsrs

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