domingo, 1 de fevereiro de 2015

GRIZELDA PERPLEXA

"Tava eu lá na rua, tentando ganhar o meu dinheiro, de repente avistei um cliente... vi ele de longe e já reconheci que era ele, o carro inconfundível. Fiquei feliz, porque já imaginei que era um vinte que eu iria ganhar, né, um oral. Aí ele veio, olhou pros lados, não olhou pro lado que eu estava da rua, eu com raiva imaginando que ele não iria me ver ou que estava fingindo não me ver. Aí de repente ele deu uma olhadinha, me viu, parou lá na frente, eu fui. Como sempre veio perguntando quanto era a chupeta, e ele já sabia, eu sempre cobro vinte. 'E aonde que a gente vai?' Também já sabia o lugar, mesmo assim perguntou. 'No estacionamento', lógico. Fomos, comecei a chupar ele. Aliás, pus a camisinha antes, pinto mole, assim mesmo eu pus, com a boca senão não tem como, e aí comecei a chupar. Começou a ficar meio duro, meio mole, ele é bem assim, nunca fica duro total, mas goza igualzinho, meio cá, meio lá. Pediu pra mim baixar o short como sempre, baixei, aí ele desceu os bancos do carro e pediu pra eu deitar meio em cima dele, tipo um meia nove, ele sempre pede isso. Tipo um meia nova, mas ele não faz oral em mim, só quer que eu fique deitada dessa forma pra ele, mas fica tocando com as mãos. Eu lá odiando chupar, pq eu odeio fazer oral nele, mas enfim é um cliente já antigo, então eu faço, e até gosto dele como pessoa, me respeita, me trata bem, às vezes dá até mais doq eu peço, cinco mais, dois mais, até dez mais. Aí, de repente, já fazia uns minutos que eu tava chupando, agoniada pra que ele gozasse (sempre fico assim porque não é legal, não gosto de fazer oral nele), de repente ...... um barulho: lá vem ele me solta um pum! Os vidros do carro fechados, nossa, eu fiquei perplexa, revoltada, que coragem ele fazer isso! 'Nossa, vc soltou um pum, pq vc fez isso?' E ele simplesmente 'desculpa, desculpa, desculpa', era só oq sabia dizer, 'desculpa'. Eu 'tá, mas pq vc fez isso, não tá vendo que eu tou aqui te chupando?, que falta de educação'. O cheiro insuportável, sabe lá deus qq ele tinha comido, nem sei se de propósito ou se sem querer... acho que não foi por querer não, pq ele pediu mtas desculpas. Abri a porta do carro, não adiantou baixar os vidros -- aquele odor insuportável não saía. 'Não dá pra continuar mais'. Ele entendeu, né?, ele veio, me deu os vinte, olhou um pouco mais a carteira, achou mais cinco, me deu os cinco (tinha mais na carteira, ele só me deu mesmo os cinco), tipo assim querendo como se fosse mais um pedido de desculpas. Não adiantou. Fiquei muito enojada, e ele não parava com a pedição de desculpas. Saí do estacionamento dentro do carro ainda, aí ele me deixou no ponto onde eu ficava, 'desculpa, Fernanda' (eu falo pra ele que chamo Fernanda), 'isso não vai mais acontecer, tá?, vc ainda vai querer sair comigo, fazer oral comigo?' E eu falei que vou sim, q isso vai passar. Aí ele 'a gente não devia ter ficado ali, devia ter ido pro drive', e eu devolvi 'mas quem ia adivinhar uma coisa dessas?' Veio me dar um beijo de despedida no rosto mas, ai, eu virei o rosto... tava com muito nojo dele. Saí do carro e foi isso oq foi q houve."

Nenhum comentário:

Postar um comentário