domingo, 11 de janeiro de 2015

PRIMEIRA MARICONA (AINDA NECA)

Noite difícil, pernilongos não deixavam em paz, calor, calor, calor, quando me surge quarentão já mei castigadim pelo tempo, montado na mototoquinha e "quer namorar comigo?" Eu toda jeitosa não é bem assim, mas quem sabe um amorzinho gostoso e ele me vem com história de vida, dois filhos, mulher que o corneou qdo dava duro no batente, quase mata a fiduma, agora mora só ele e o irmão, "pago tuas conta e deixo até vc continuar a trabalhar aqui!" Diz e solta uma piscadela de cumplicidade pra mim, tentação só que não (ele até deixa eu continuar a trabalhar, acredita? Rysos). Ai, eu super adoraria, amor, mas não tem nem como, a gente mal se conhece direito... e o amor? "Você é nova aqui, né? Qto é pra passar a noite comigo lá no meu barraco?" Cem. Fui abusada no preço, ele aceitou, e eu quase não acreditei que ia voltar pra casa sem dever dindim, assim facim facim (mas morrendo de medo de ser doce dele, e ele amorzinho todo "quê isso! O de cada um é de cada um, sou dessas, tem risco não"). Trocamos telefone e combinamos dele me ligar por volta das 22h e aí eu ia com ele umas 23h... mal sabia eu que a noite me reservava coisa melhor, que eu nem ia precisar atender telefone e me arriscar pra fora das bandas do Itatinga! Mas agora é dormir, o relato babado vem amanhã (já até pensando oq vai dar pra contar, por causa da vergonhinha me queimando por dentro!).

Um comentário:

  1. essa vergonhinha queimando por dentro certamente foi a parte censurada do post do dia 12....ahhh nemmm

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